O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elogiar o líder brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, horas depois do encontro dos dois na Casa Branca, em Washington, que durou três horas. O americano descreveu o petista como “um homem bom, um cara inteligente”.
— Eu tive uma ótima reunião com o presidente do Brasil — disse Trump, em conversa com jornalistas no início da noite, referindo-se à pauta comercial como o principal tema da reunião, que incluiu um almoço. — Falamos sobre tarifas, eles (governo brasileiro) gostariam de ter um alívio das tarifas. Mas tivemos uma ótima reunião, ele é um homem bom, um cara inteligente.
Foi mais uma troca de elogios entre os dois presidentes após a reunião. Mais cedo, o presidente Donald Trump publicou em suas redes classificou as reunião como “muito boa” e não descartou novos encontro com o presidente Lula, a quem se referiu como “alguém muito dinâmico”.
Lula retribuiu em seu perfil no Instagram, compartilhando uma foto do encontro e resumindo a reunião como “muito produtiva”.
Pelas imagens e pelos relatos de ministro do Brasil presentes ao encontro, foi uma conversa de fato produtiva e amigável. O presidente Lula reiterou diversas vezes a crescente aproximação com o presidente dos Estados Unidos e disse acreditar que Trump de fato parece “gostar” do Brasil.
Em referência às imagens, Lula disse que estimulou Trump a sorrir e completou:
— O presidente Trump rindo é melhor que de cara feia.
Lula disse ainda que o almoço foi muito agradável. Em ano de Copa do Mundo sediada por Estados Unidos, México e Canadá, Lula disse que brincou com Trump dizendo a ele para não cancelar vistos de jogadores da Seleção Brasileira de Futebol.
Já Lula deu mais detalhes sobre a reunião durante uma coletiva de imprensa sobre quais assuntos foram tratados durante o encontro.
Segundo o presidente, entraram na pauta:
- A relação entre Brasil e EUA
- Terras raras
- Guerras
- Mudanças no Conselho de Segurança da ONU
- Uma brincadeira sobre a Copa
Por outro lado, Lula afirmou que não foram discutidos:
- A classificação de facções brasileiras como grupos terroristas
- Os ataques dos Estados Unidos ao PIX



