O Banco Central informou nesta segunda-feira (18) que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), registrou crescimento de 1,3% no primeiro trimestre deste ano.
A prévia do BC indica que o PIB nacional recuou 0,67% em março. O resultado interrompe a sequência de seis resultados positivos seguidos do indicador.
O resultado divulgado pelo BC foi calculado após ajuste sazonal — uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes. A comparação foi feita com os quarto trimestre de 2025.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial do período, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será divulgado em 29 de maio.
Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo. Ou seja, o consumo e o investimento total é menor. Entretanto, nem sempre crescimento do PIB equivale a bem estar social.
O que é o IBC-Br
Indicador é calculado a partir de uma base similar à do IBGE. Com divulgações mensais, a coleta de dados do Banco Central é classificada como a “prévia do PIB” por antecipar o andamento da atividade econômica. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apresenta os dados sobre o desempenho da economia apenas a cada período de três meses.
Resultado de 2025 teve diferença de 0,2 ponto percentual. Os dados oficiais do IBGE mostraram que o PIB brasileiro avançou 2,3% no ano passado. No IBC-Br, foi contabilizado um crescimento de 2,5% da atividade econômica no mesmo período. Ambos os resultados ainda podem ser atualizados.



