O senador Sergio Moro deve deixar o União Brasil na próxima semana e se filiar ao PL, de Valdemar Costa Neto e Jair Bolsonaro, para disputar o governo do Paraná.
O parlamentar firmou o compromisso nesta quarta (18) após agendas em Brasília com dirigentes do atual partido e do PL. A filiação deve ser oficializada em uma solenidade na capital federal.
“É uma grande alegria estar aqui com meu amigo Sergio Moro. Ele é o nosso pré-candidato a governador do Paraná. Uma pessoa que compartilha das mesmas pautas e entende o momento que o Brasil passa”, afirmou o senador Flávio Bolsonaro (RJ), pré-candidato do PL à presidência da República.
Enquanto isso, O ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, deixou o PSD (Partido Social Democrático) e se filiou ao MDB (Movimento Democrático Brasileiro) nesta 5ª feira (19.mar.2026). Ao anunciar a mudança, afirmou ser pré-candidato ao governo do Paraná.
A filiação acontece um dia depois de o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e o senador Sergio Moro (União-PR) formalizarem na quarta-feira (18) uma aliança para as eleições de 2026, com apoio mútuo em seus projetos eleitorais.
A ida de Moro para o PL representa um rompimento do partido com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), que deve concorrer ao Planalto este ano.
Na eleição municipal de Curitiba, em 2024, o PL indicou Paulo Martins para ser vice de Eduardo Pimentel (PSD), candidato de Ratinho Junior, e que acabou eleito.
Apesar disso, durante a campanha, Jair Bolsonaro ignorou a aliança e anunciou apoio a Cristina Graeml, do PMB, que ficou em segundo lugar na disputa.
Na disputa ao Governo do Paraná, além de Greca, Moro e Guto Silva, o campo da oposição definiu o nome do deputado estadual Requião Filho, do PDT, em uma aliança com o PT.



