Pré-candidatos no Paraná chegam às convenções sem definição de vice

Entre os pré-candidatos mais destacados ao governo do estado, só Sergio Moro, do PL, chega nesse período das convenções partidárias com o nome do vice definido. Será o empresário Edson Vasconcelos, que foi presidente da poderosa Federação das Indústrias do Paraná.

 

Os outros – Requião Filho (PDT); Rafael Greca (MDB) e Sandro Alex (PSD) – seguem fazendo alianças com partidos, e dessas alianças esperam que venham nomes que agradem os dois lados.

 

Mas, afinal, qual a importância do vice na hora da eleição? Lá na frente, a gente sabe: o vice assume o lugar do titular na ausência desse titular. Então, é algo sério.

 

Só que em muitos casos, para disputar a eleição, a aliança não leva em consideração exatamente o nome do indicado para vice. Pesam mais as contribuições do partido desse vice, como tempo de rádio e TV e dinheiro do fundo eleitoral.

 

Mas esses nomes que agregam tempo e dinheiro, muitas vezes podem pesar na chapa, descontentar outros aliados, provocar brigas internas, trazer prejuízos eleitorais, rejeição forte, desgaste por alguma mancha no passado. Enfim, não é fácil, mas o prazo acaba em 5 de agosto e até lá tudo tem que ser resolvido.