Aposentados, pensionistas e outros beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) precisam realizar a prova de vida, procedimento para atestar que o segurado continua vivo e evitar fraudes e pagamentos indevidos. Atualmente, cerca de 15 milhões de cidadãos, que recebem benefícios previdenciários e assistenciais, precisam realizar essa atualização cadastral.
Desde 2023, o INSS vem fazendo a prova de vida automática por meio do cruzamento de informações dos segurados com outras bases de dados do governo federal. No entanto, no caso de 15 milhões de pessoas, o instituto alega que não conseguiu reunir informações atualizadas. Por isso, o órgão está enviando uma mensagem de WhatsApp (com selo azul, o que indica conta verificada) para esses cidadãos.
De que forma é possível regularizar a situação? Como fazer a prova de vida? O EXTRA reuniu as principais perguntas e respostas sobre o procedimento. Veja abaixo como funciona.
Como funciona a prova de vida?
A prova de vida é realizada automaticamente por meio do cruzamento de informações em bases de dados do governo. Apenas os segurados que não tiveram movimentações identificadas pelos sistemas estão sendo chamados para regularizar a situação.
Entre as ações consideradas pelo sistema estão:
- Acesso ao Meu INSS com o selo ouro;
- Realização de empréstimo consignado, efetuado por reconhecimento biométrico;
- Cadastramento ou recadastramento nos órgãos de trânsito ou segurança pública;
- Atualizações no CadÚnico, quando forem efetuadas pelo responsável pelo grupo;
- Votação nas eleições;
- Emissão/renovação de documentos oficiais que necessitem da presença física do usuário ou reconhecimento biométrico (como o Detran, com emissão de carteira de identidade ou CNH, o a Polícia Federal, com emissão de passaporte);
Recebimento do pagamento de benefício com reconhecimento biométrico.
Se nenhum desses procedimentos foi realizado recentemente, é possível que o segurado esteja sendo convocado por WhatsApp agora.



